domingo, 26 de agosto de 2007

eu o amo tanto, e o amo com todas minhas forças.é um amor que eu não sei explicar.não entendo,não adianta.eu até tento, mas logo acabo percebendo que tentar entender não vai adiantar nada,só vou perder meu tempo.eu paro, olho.na mesma hora surgem mil e uma coisas na minha cabeça.fico observando seu sorriso.admirando o tanto q tu és sábio, e o quanto me orgulho de voce.queria poder te dizer as coisas mais lindas do mundo, mas não consigo.sou de pedra.eu tenho uma imensa dificuldade de dizer "eu te amo"; e isso dói tanto,tu nem imaginas o quanto.eu fico as vezes desse tamanhozinho perto de ti.olhando para o tempo, te observando.só olho e paro, paro e olho.e isso para mim, basta.começo a colocar todos meus dedinhos magrinhos na boca e a roer o pouco que ainda me resta das unhas.queria te abraçar.queria saber dos seus problemas.te contar os meus.pedir tua opinião.queria dividir contigo a minha vida.mas logo travo.eu não consigo.sou de pedra.tenho esse bloqueio desde criança.não sei o que é isso.o que sei é que dói, e dói muito.pôr para fora nossos sentimentos e emoções quase sempre é o melhor remédio.eu acabo calculando tudo.cada gesto.cada palavra.tenho medo.sou de pedra.






te amo vô.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

eu tou cansada de tanta hipocrisia.de pessoas hipócritas que se julgam melhores por fazerem ou deixarem de fazer qualquer coisa.eu tou cansada.paro,olho, e acabo vendo que mesmo cansada nada disso não me interessa mais.não me abala.isso tudo deixou de ter impotância para mim a muito tempo.hoje, esse povo não consegue mais nenhum resquício ou pedacinho de opinião minha em voz alta.é como se eu não existisse mais em relação a isso.fosse parcial,na minha.cansei.da minha boca nenhuma palavra sai para defender minha pele ou qualquer outra.meus gostos,minhas atitudes,as músicas que eu gosto,minhas palavras,meu sorriso, é tudo meu e de mais ninguém.só eu sei o caminho.a estrada a se tomar para se chegar no meu mundinho.aqui ninguém é capaz de opinar sobre nada.ninguém.não conheço nenhuma outra pessoa melhor ao ponto de dizer o que devo ou não fazer.e mesmo se conhecesse ainda sim ela não seria boa o bastante.da minha vida cuido eu.minha vida é minha e de mais ninguém.se todos nós compreendêssemos o verdadeiro significado da palavra liberdade(que muitos se auto-denominam experts no assunto),se parássemos de agir como juízes e começássemos a julgar nós mesmos é um FATO que viveríamos muito melhor.paro,olho, vejo tantas pessoas imitando umas as outras.palavras,profiles,gestos e uma lista de n coisas copiáveis,diga-se de passagem.eu odeio plágios,eu odeio cópias.talvez es aí a origem do problema.nós como um todo, e quando digo NÓS é porque é todo mundo, não adianta negar, porque eu sei que pelo menos uma vez na vida você copiou alguém, estamos sempre nos baseando em algum modelo.e quando nos deparamos com alguém que não segue seu "modelinho" ridículo temos o péssimo hábito de criticar.eu odeio isso.odeio tudo isso.pessoas que se acham melhores pelo fato de não usarem drogas, ou se acharem menos "putas".odeio também quem se acha intelectualmente superior por usar qualquer tipo de comprimido.odeio.e já tou me odiando por ter parado bem aqui para julgar.mas eu não tou julgando,só tou transformando em frases o que eu penso sobre o assunto.eu sou imparcial.só acho que o que voce faz, só interessa a voce e a mais ninguém.não existe ninguem superior aqui para te julgar.e se voce se acha melhor por usar isso ou aquilo e todo esse blábláblá, eu tenho pena de você.você não é nem um juiz.voce nao manda em ninguém só em si próprio.vamos parar de copiar.vamos ser nós mesmos.eu não dou e nem empresto nada meu.minhas palavras são minhas.o que tá aqui nesse blog de jujubas é meu.só meu.a única coisa que você pode levar de graça aqui é meu amor, e nada além dele.fumar maconha não é o problema do mundo, e sim falta de caráter.eu posso te dar meu amor.só meu amor.nada mais do que ele.

quinta-feira, 16 de agosto de 2007


Tudo estava tão escuro; leves pontadas com um clima meio frio a impulsionava-a, e quando menos percebia já havia partido.a felicidade estava por cima,não dava para negar.as leves pontadas evoluíram para um frio intenso na barriga.logo o frio era tão grande que começou a paralisá-la.Grandes expectativas são postas em uma única noite;e quando essas expectativas demoram a chegar ou não são concretizadas, é inegável a nossa frustração.talvez esse seja nosso grande erro.sempre esperar demais das pessoas,da vida, das situações,de qualquer coisa por aí ou simplesmente de uma única noite.passamos um bom tempo imaginando e criando situações em nossas cabecinhas, que nem sempre, ou melhor, dificilmente acontecem como o esperado.é normal,nunca deixou de ser.faz parte de nós tentar alterar alguma coisa na realidade de cada um.mas mesmo diante de tantas frustrações, tantos arrependimentos,continuamos sempre tentando;porque enfim todos buscamos a felicidade;é um clichê, nunca deixou de ser, mas também nunca deixou de falhar ou tardar. quando a felicidade está à caminho, sempre chega de maneira espalhafatosa.e mesmo sem saber se estamos tomando os passos corretos, sentimos um imenso pressentimento,algo invisível nos olhos, que dura menos de um segundo, mas que é suficiente para alterar todo nosso estado de espírito.O fato, é que sem essas expectativas não somos ninguém.não conseguimos tocar a vida,pois para se ter qualquer plano,pensamos primeiro no que esperamos a respeito dele.o desejo é o passo fundamental para o sucesso, pois tudo começa a partir dele.desejo.desejo.desejo.palavra bem interessante né?é uma das melhores de todas.ao contrário dos mínimos segundos que a felicidade nos proporciona, ele pode demorar uma vida inteira.toda uma vida desejando.e de repente, o frio foi passando,as idéias se acalmando e o que foi chamado de "felicidade" no início da noite, deu lugar a uma imensa vontade de sair correndo para casa.


quando as noites satisfazem menos, quase nada, e as baladas acabam se tornando simples repetições com uma trilha sonóra levemente diferente, chega a hora de mudar os planos...

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Até que ponto podemos "amar" alguém?


Ás vezes o tempo passa e nos acostumamos com coisas q no início parecem ser pequenas ou fáceis de serem reduzidas ou abstraídas;até que elas vão tomando conta das nossas ações e pensamentos e no final tudo começa girar em torno dessa única coisa.Sophia nunca acreditou no amor.não no amor homem-mulher.tudo em sua vida aconteceu como uma verdadeira ilusão de óptica.nada dava certo.nada ia para frente.quando um dia, ela tentou pensar que acreditava, veio a vida e a sacudiu de cabeça para baixo.assim como sophia,muitos de nós pensamos assim a respeito do amor.mas o que seria mesmo amar alguém e ser correspondido?A pobre Sophia não sabia.Tal fato até então nunca acontecera em toda sua vidinha.Talvez por achar ridículo qualquer forma de romantismo,achar brega,piegas, u ó, ou como preferir chamar.Como podemos exigir algum resquício de romantismo do mundo sem nem se quer acreditamos de fato nele?Nós, como um todo, passamos os dias sonhando com um amor dito verdadeiro, mas quando surge qualquer manifestação ou sinal dele nos assustamos.É, realmente existe um imenso pavor de quebrar a cara.De parecer burra,boba,de ser enganada.Mas não podemos esquecer que são essas burradas que vai nos gerar sabedoria.É como se a cada relacionamento vivido fossemos nos tornando mais forte.Tudo mentira.Na verdade, ficamos é mais cautelosos e deixamos de acreditar tanto nas pessoas com medo de sofrer,medo de apanhar da vida.Nossaaaa, como Sophia sofria.Sofria tanto a Sophia.E hoje em dia, o que era amor, deu lugar a um sentimento de ego ferido,quase esquecido.89% dos relaçionamentos que terminaram virando "platônicos" terminam nesse ego ferido de Sophia,a sofrida Sophia que sofria.Sempre um lado pesa mais do que o outro.Enquanto um não há mais nem sinal de nada, no outro restou-se imensas feridas.E o "amor" de Sophia terminou sendo nada mais que uma "bela" ilusão de óptica a preencher sua imensa lista de amores platônicos e para aumentar ainda mais o seu ego ferido.Ahhh Sophia, pobre Sophia que sofria...

Sophia ainda não conhecia o lado não estético do amor.Até então, só conhecia amores platônicos diga-se de passagem.Na verdade, Sophia já havia perdido quase todas as suas esperanças de encontrar alguém.De aprender a dizer "eu te amo".De ouvir um "eu te amo".De brigar com alguém e logo depois reconciliar-se.De fazer coisas de casais.De ter qualquer sentimento verdadeiro por alguém.De ter mais do que sexo.De receber cuidados.De passar um tempo "vivendo" para alguém.O que restava para Sophia, a pobre Sophia, era acreditar em destino e todo esse papo do estilo.Era pensar que um dia,mas só um dia teria alguém para si.E que não se trataria apenas de uma "bela ilusão de óptica".


Romance is dead.Eu não acredito no amor.

Dias de maio.


Eu queria sonhos com gosto de chocolate.eu queria frases sinceras.eu queria um amor por dia.eu queria mais distorção e menos realidade.eu queria tudo do meu jeito.eu queria um homem que me preenchesse por inteira.eu queria mais amigos.eu queria mais livros em minha prateleira.eu queria ouvir menos histórias fúteis.eu queria mais tempo livre para viver minha vida.eu queria menos pessoas me empedindo de viver.eu queria mais palavras com carinho.eu queria mais dias docinhos.eu queria a garantia que muitos anos ainda virão pela frente.eu queria ser o mais diferente possível.eu queria uma trilha sonora só minha.eu queria voltar no tempo.eu queria viver tudo igualzinho.eu queria minha vó.eu queria parar de fumar.eu queria que algumas pessoas fossem sempre minhas.eu queria não sentir ciúmes.eu queria nunca estar errada.eu queria ser 10 kg mais magra.eu queria não ter que me deparar com algumas rodinhas.eu queria que todo mundo fosse feliz.eu queria que a felicidade não fosse tão clichê como parece.eu queria que todos os dias do ano tivessem o céu azulzinho.eu queria tanta coisa ao mesmo tempo que nem sei o que queria.e é eu queria,e não eu quero; porque até agora são só desejos.e eu acho a frase "eu quero" muito forte para alguém que não sabe o que realmente quer.então, eu queria..